O maior défice do País não é financeiro, nem é democrático, talvez seja neuronal, mas é concerteza de senso comum
Muita gente se queixa de não conhecer, não compreender o Tratado de Lisboa e até de ele ser incompreensível.
Commonsense apressa-se a ajudar toda a gente e publica aqui a hiperligação para a versão consolidada do Tratado de Lisboa, isto é, o texto final resultante das alterações e remissões aprovadas.
Este é o texto oficial do Tratado da União Europeia, tal como resulta do Tratado de Lisboa.
Commonsense pede agora a todos que digam quais são os preceitos que não aceitam ou para os quais preferiam uma redacção diversa.
E, já agora, que tentem discernir o que é que neste Tratado justifica o voto contra dos irlandeses.
Não é desculpa não conhecer o Tratado, que está disponível facilmente, nem sequer não o compreender porque não é mais complicado que a Constituição Portuguesa, que nunca foi referendada e que 99% dos portugueses nunca leu.
Commonsense fica á espera dos comentários.
A. Teixeira
Também acho que os Tratados de União Europeia e sobre o funcionamento da União europeia são grandes demais. Já me queixo do mesmo em relação à Constituição Portuguesa.
Não consigo responder a todas as coisas que diz e que são criteriosas. Há perigos e incertezas, mas o pior é ficar quieto, acho eu.
Desunida numa pluralidade de estados independentes, a Europa fica fraca e irrelevante. É importante uni-la.
Como o óptimo é inimigo do bem e não há soluções perfeitas, foi o mehor que se encontrou. Depois, haverá que ir aperfeiçoando à medida que for sendo necessário. esta solução não é rígida nem definitiva.
Agora vou-me deitar.
Acabei de ver Portugal perder com a Alemanha. Podia ter ganho se tivesse entrado logo no princípio com a garra que mostrou no fim. Enfim...
Boa noite.
De
fanicos a 20 de Junho de 2008 às 19:24
"Acabei de ver Portugal perder com a Alemanha"
Isso resolve-se: é só repetir o jogo até Portugal ganhar.
De A.Teixeira a 22 de Junho de 2008 às 12:20
Commonsense
Parabéns pela caixa de comentários. Juntar 35 comentários e manter este nível de elevação no debate, diz-me a experiência blogosférica que não é para todos!...
O inconveniente é que a partir daqui ela se arrisca a tornar cacofónica. E por isso creio que não vale a pena continuar a nossa conversa, embora eu tenha tido a vantagem de me aperceber quais são as suas opiniões pelo que foi escrevendo. Fiquei com a impressão – corrija-me, se discordar – que, apesar de concentradas no mesmo objecto, as nossas duas abordagens não se cruzam por aí alem a ponto de propiciarem um debate empenhado.
De qualquer modo, obrigado por estes bons momentos.
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