O maior défice do País não é financeiro, nem é democrático, talvez seja neuronal, mas é concerteza de senso comum
Muita gente se queixa de não conhecer, não compreender o Tratado de Lisboa e até de ele ser incompreensível.
Commonsense apressa-se a ajudar toda a gente e publica aqui a hiperligação para a versão consolidada do Tratado de Lisboa, isto é, o texto final resultante das alterações e remissões aprovadas.
Este é o texto oficial do Tratado da União Europeia, tal como resulta do Tratado de Lisboa.
Commonsense pede agora a todos que digam quais são os preceitos que não aceitam ou para os quais preferiam uma redacção diversa.
E, já agora, que tentem discernir o que é que neste Tratado justifica o voto contra dos irlandeses.
Não é desculpa não conhecer o Tratado, que está disponível facilmente, nem sequer não o compreender porque não é mais complicado que a Constituição Portuguesa, que nunca foi referendada e que 99% dos portugueses nunca leu.
Commonsense fica á espera dos comentários.
De
Jorge A. a 18 de Junho de 2008 às 00:47
"estamos de acordo em discordar."
E é sempre um prazer discordar após um debate onde as ideias de cada um ficam mais claras - aprender com as opiniões contrárias é sempre proveitoso, em total acordo consigo. ;)
Mas no fim mantenho a minha opinião de que os lideres europeus com este caminho arriscam-se a pôr irremediavelmente o povo europeu de pé atrás em relação à UE, e nada pode ser mais prejudicial ao projecto europeu do que a má vontade do povo para com esse mesmo projecto. No fim, a forma como estão a lidar com o assunto, será mau quer para a UE que eu idealizo, quer para a sua - e isso é absolutamente trágico.
De
fanicos a 18 de Junho de 2008 às 13:54
"isso é absolutamente trágico."
"trágico" porquê? Nenhuma das razões aduzidas, que por um, quer por outro, me convence.
Sempre houve quem temesse o "mostrengo que está no fundo do mar". E não é por haver uma só nau e um só piloto, por muito grande e poderosa que seja, que se passa o Cabo das Tromentas. Quando o que falta é "a vontade que nos ata ao leme".
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