O maior défice do País não é financeiro, nem é democrático, talvez seja neuronal, mas é concerteza de senso comum

Domingo, 10 de Maio de 2009
bloco central revisited

Fala-se muito de uma reedição do bloco central.

É claro que o bloco central não se repete. Assim como a segunda "ad" foi muito diferente da primeira, também o segundo bloco central o será, se vier a existir.

Mas também há semelhanças. O primeiro bloco central foi imposto pela crise económica e pelo bloqueio político, como agora são também a crise económica e o bloqueio político que o convocam

Tem a desvantagem de concentrar o descontentamento e a oposição nas franjas do sistema, mas têm a vantagem de permitir as reformas necessárias comprometendo nelas ambos os partidos de governo.

Do lado do PSD, tem a vantagem de afastar MFL, pessoa séria, mas sem jeito para a política. Do lado do PS será bom que afaste Sócrates, pessoa com jeito para a política, mas não séria. Ao polo do poder político regressará Cavaco, pessoa séria e com jeito para a política.

É curioso como foi Cavaco que matou o primeiro bloco central e que está a construir o segundo.


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Sábado, 2 de Maio de 2009
isto é uma vergonha (8) a prescrição da proscrição

Em linguagem jurídica, o que é proibido é «proscrito».

 

É proibido que qualquer engenheiro ou arquitecto assine e assuma a falsa autoria de projectos apresentados numa Câmara que tenham sido realmente elaborados por técnicos da própria Câmara. Além de haver crime de falsificação, há obviamente quase de certeza corrupção.

 

Sócrates assinou projectos que não foram feitos por si, mas por técnicos da Câmara onde foram apresentados.

 

O Ministério Público arquivou o processo por prescrição: o proscrito ficou prescrito.

 

Sócrates lá se safou mais uma vez. Nisto é mesmo catedrático. Não há Ministério Público que o agarre.

 

O lixo governante respirou de alívio.

 



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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009
SAP - sociedades anónimas partidárias

A aprovação pelo Parlamento da alteração do sistema de financiamento dos partidos políticos que aumenta para o dobro os limites de dinheiro que os partidos podem receber vai introduzir uma alteração estrutural profunda no sistema político-partidário português. 

Os partidos vão passar a ser - agora oficialmente - propriedade dos donos do dinheiro. O que já era uma oligarquia mediaticamente assistida, passa agora a ser um estado mafioso. É previsível que a próxima lei sobre o estatuto dos partidos políticos venha a institiur as SAP - sociedades anónimas partidárias, com cotação na bolsa e accionistas privados. Depois serão as OPAs e as tomadas de controlo por off-shores da Colômbia e da Calábria. De Angola também.

A Manuela continuará presidente do PSD, SAP, SGPS, SA, sem ter dado por nada; Jorge Coelho, da Mota/PS, SAP, SGPS, SA. 

 

Pela primeira vez na vida, Commonsense não vai votar. 

 


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Domingo, 1 de Junho de 2008
Faltou-lhe o golpe d'asa...

Lá ganhou a Manuela.

Com margem magrinha, como é costume no PSD, mas ganhou. 

 

Agora importa saber se no congresso que aí vem a seguir conseguirá compor uma equipa políticamente forte e competente, e que não seja sectária. Quer dizer, que inclua gente para além dos seus apoiantes. Se o conseguir, o PSD ganhará um novo "lease of life".

 

Depois:  

O PSD irá atacar Sócrates e o seu Governo com gana. O ataque vai assentar sobretudo em ortodoxias: ortodoxia política, ortodoxia financeira e até moral. Uma das componentes mais vistosas deste combate será a protecção dos mais pobres e dos mais desprotegidos afectados pela crise. Sócrates vai defender-se acusando a Manuela de ser uma das causadoras de crise orçamental, quando foi Ministra das Finanças. Vai ser um diálogo de surdos.

 

Se a crise económica se instalar e aprofundar, como receio que aconteça, Sócrates vai perder a maioria absoluta de certeza e talvez mesmo a maioria. Depende de o descontentamento das pessoas disparar e de essas pessoas conseguirem ver na Manuela a solução. 

Esta última condição poderá ser difícil porque, segundo a conheço, a Manuela vai pregar uma ortodoxia financeira e orçamental ainda mais dura que a de Sócrates. E, seja certo ou errado, as pessoas o que não querem é ortodoxia financeira. Casa onde não há pão... 

Mesmo assim, antes a Manuela do que o Lopes. 

 

Mas foi pena. Foi escolhida a opção mais conhecida, mais cautelosa, com menos rasgo, com menos génio político.

 

Ao PSD faltou o golpe d'asa... 

 

Post scriptum: I wonder como é que o Santana Lopes ainda teve tantos votos. Como é possível, meu Deus!

 


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Segunda-feira, 17 de Março de 2008
representação e credibilidade

 

Num sistema de democracia representativa, como o nosso, o fundamental do exercício da cidadania é feito através de partidos políticos.

Os partidos, neste sistema, devem compreender o sentir dos cidadãos e dar-lhes voz. Devem representá-los politicamente.

É por isso e para isso que são pagos pelos nossos impostos.

Os partidos não cumprem a sua obrigação legal e cívica quando, em vez de representarem os cidadãos, se representam a si mesmos, aos seus dirigentes, aos seus membros, ou até (coisa tabu) aos seus financiadores. Quando assim sucede, perdem a credibilidade, a respeitabilidade, os cidadãos deixam de confiar neles, e a abstenção aumenta.

É isto o que está a suceder cada vez com maior gravidade em Portugal. Por isso, a opinião geral sobre os partidos e os políticos é de que «são todos iguais».

Os partidos estão a ser progressivamente colonizados por oligarquias cujas interesses promovem e que os alimentam com negócios e interesses. Há  hoje, na política portuguesa, coisas que são tão claras que é preciso ser cego para não ver: em Oeiras, na Portucale, no Casino de Lisboa, no Parque Mayer, em Gondomar, em Felgueiras... e podia continuar...

É assim que sucede na Sicília, na Calábria, em Nápoles, na Albânia... e podia continuar...

A grande maioria dos portugueses anda descontente, mas quando chegarem as eleições não vai ter em quem votar. Vai ficar em casa, descontente e deprimida... e a maioria do voto vai  ser na abstenção ... provavelmente ...


sinto-me: preocupado
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Sábado, 15 de Março de 2008
look what they've done to my party

 

Commonsense é fundador do PSD. Fez comícios, manifestações, colou cartazes, andou à tareia, andou de arma na mão, gastou dinheiro (nunca recebeu nem ganhou um tostão), correu o país, fez campanhas eleitorais, participou em órgãos partidários, em comissões políticas, com Sá Carneiro e outros.

 

Está de cabeça perdida com o que estes energúmenos estão a fazer com o seu partido.

 

Vem-lhe ao espírito o genial:

 

look what they've done to my party

 


sinto-me: de cabeça perdida
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publicado por commonsense às 12:51
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Quinta-feira, 13 de Março de 2008
a cor azul e a seta menina

 

Commonsense já há algum tempo desconfiava que alguém no PSD queria fazer uma fusão com o CDS.

Era a maneira airosa de receber no regaço o antigo trânsfuga Paulo Portas e de dar emprego político ao seu clube de fans.

Parece que já começou.

Adoptou a cor azul do CDS e uma seta feminina para dar com a idiossincrasia do dito.

Só que bem pouca gente irá votar naquela espécie híbrida.

 


sinto-me: a ver no que isto vai dar ...
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Domingo, 9 de Março de 2008
avaliação e zelo

A avaliação no Ministério da Educação foi este sábado inaugurada, com pompa e circunstância, pela própria Ministra. Foi chumbada por 100 mil votos contra. Só falta, agora, que se demita a si mesma, para demonstrar a seriedade do seu sistema.

 

PS: Vital Moreira, no seu blog causa nossa, insinua que as intervenções abusivas da polícia em várias escolas foram levadas a cabo por elementos da FENPROF infiltrados na PSP. Não há nada como ter zelo. Já era assim quando militava pelo PC (antes de virar a casaca).

 

Se continuar por este caminho Vital Moreira ainda há-de ir a Ministro (da Educação? ou da Administração Interna?).



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Quinta-feira, 6 de Março de 2008
os professores

Esta revolta dos professores parece a maior movimentação cívica desde o buzinão da ponte.

Commonsense acha que têm razão: aquele sistema de avaliação é, pelo menos, suspeito e tem aspectos inqualificáveis.

Além disso, décadas de degradação de desconsideração, de frustração, de indisciplina e de desautorização são de fazer perder a paciência a um santo.

Vamos ver o que dá.

Pelo menos mostra que a sociedade civil ainda tem alguma vitalidade!


sinto-me: na expectativa

publicado por commonsense às 21:46
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Domingo, 2 de Março de 2008
quem com ferro mata ...

 Paulo Portas ficou melindrado. Não sei porquê.

Desde há anos, na direcção do Independente, Paulo Portas inaugurou um novo estilo na política portuguesa, consistente em difamar os inimigos políticos e atacá-los pessoalmente. Foram tantos os casos que os tribunais não conseguiram tratar de todos.

Agora, voltou ao estilo mas teve resposta ao mesmo nível. A resposta foi feia, mas não foi mais feia do que aquilo a que respondeu.

Paulo Portas não tem razão, por três razões:

- Porque quem com ferro mata com ferro morre, e ele foi o inaugurador e o campião daquilo de que agora se queixa;

- Porque foi ele quem atacou primeiro e a resposta foi ao nível do ataque, nem melhor nem pior, de nível igualmente baixo;

- Porque efectivamente Paulo Portas e o seu Partido têm muitas coisas a explicar em muitas matérias, coisas que, também acho, não se branqueiam na cadeira do dentista.

Como se não chegasse, é desprestigiante que Paulo Portas não conseguisse arranjar um advogado na sua área política, nem sequer numa área política democrática. Teve de ir pescar um no MRPP.

Nada disto ajuda a prestigiar o sistema político português!

 

 


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publicado por commonsense às 21:53
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Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008
roleta louca

 

Os casinos não são lugares recomendáveis. Neles se faz quase tudo o que se não deve. Há usura, extorsão, prostituição, droga, corrupação, ruína, desgraça. Qualquer pessoa de bem, no seu perfeito juízo, passa ao lado e não entra.

Alí tudo se joga, até a seriedade do Estado e a reputação das Instituções. Negoceia-se a redacção dos preceitos da lei.

Commonsense não conhece os detalhes do que se passou com o casino de Lisboa, mas receia que não seja coisa boa. Sobretudo, envergonha-se por ver gente sem pudor a discutir como e quem conseguiu que uma lei de interesse público fosse redigida no interesse do particular.

Que vergonha! Tenham pudor! Revoguem aquela lei de vez, fechem aquele casino e, por uma vez, para amostra, metam alguém na cadeia!

 


sinto-me: enojado

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Quarta-feira, 13 de Fevereiro de 2008
nonsense

Não faz nenhum sentido fechar o Conservatório e substitui-lo por aulas de canto coral nas escolas. É um nonsense!

 


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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2008
assinaturas fantasma

 

Commonsense nunca assinou projectos, textos ou documentos que não fossem da sua autoria.

 

Commonsense tirou o seu curso numa Faculdade decente, do Estado, e passou todos os exames sem favores de ninguém.

 

Commonsense não acredita na licenciatura de Sócrates e tem sérias dúvidas sobre o contexto em que foram por ele assinados projectos que - segundo consta - não eram dele.

 

Commonsense acha que esta coisa das assinaturas tem de ser melhor explicada. Deve ser perguntado àqueles que encomendaram os projectos a quem é que os encomendaram, se os pagaram, quanto e a quem.

 

Commonsense acha importante saber se não haverá casos de corrupção autárquica por detrás destas assinaturas de projectos que - alegadamente - seriam da verdadeira autoria de técnicos da Câmara que os iria aprovar.

 


sinto-me: enojado

publicado por commonsense às 20:05
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Domingo, 6 de Janeiro de 2008
Virtual

 

Fui ao Algarve e vim pela A2 e não vi uma única patrulha da GNR.
Durante o caminho, pensei: onde estão eles? e a resposta veio logo ao meu espírito: no telejornal!

 

Esta é uma técnica de demagogia em que este governo é perito:
- Anuncia no telejornal que vai haver gente a ser multada e a ficar sem carta; até passa vídeos. Os portugueses (em geral) gostam.
- Na prática não faz nada disso. Cada português (em particular) gosta.

 

O efeito demagógico é infalível: os portugueses gostam que "os outros" sejam multados e fiquem sem carta; mas não gostam que isso lhes suceda a si próprios.

 
Fica tudo no melhor dos mundos: os portugueses, agradados por saberem que os "outros" vão ser multados, aqueles energúmenos que não sabem guiar, fazem manobras perigosas e, sobretudo, os ultrapassam com carros melhores que os deles; e ficam agradados porque eles próprios não são incomodados pela Brigada de Trânsito que miraculosamente, por acaso, não andou onde eles andaram.

A felicidade é geral.
O governo nem sequer tem de gastar combustível e pagar horas extraordinárias: as campanhas do Natal e do Ano Novos, com tolerância zero e tudo, são quase totalmente virtuais.

 

Mas há sempre um "qualquer coisa", um gato fedorenteo que é apanhado, para dar credibilidade à coisa.

 

Como propagando, convenhamos, é genial!

 

 


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Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2008
O Presidente da ASAE


Do Jornal Russo Pravda, recolhemos esta notícia:

 Director da ASAE apanhado por violar a lei de tabaco

02.01.2008 Source: Pravda.ru URL: http://port.pravda.ru/cplp/portugal/21046-diretor-0
 

O diretor da Autoridade da Segurança Alimentar e Económica (ASAE) , o órgão responsável pela aplicação da proibição ao fumo em locais públicos em Portugal foi apanhado por um repórter do Jornal de Notícias no dia 01 de janeiro fumando num casino, infringindo a lei no primeiro dia em que ela entrou em vigor.

Antonio Nunes disse ao jornal que não sabia que a nova lei, que proíbe o fumo em cafés, restaurantes e bares, também se aplicava aos cassinos. Mas um porta-voz do Ministério da Saúde disse e pergunta: É preciso o diploma voltar à Assembleia da República devido à interpretação?

   

"Entendemos que os casinos e as salas de jogo estão abrangidos pela nova lei do tabaco.
  
Esta estabelece como princípio geral o limite do consumo do tabaco em locais fechados de utilização colectiva e, portanto, sendo os casinos e salas de jogo recintos fechados não podem deixar de ser incluídos na lei", diz a jurista da DGS, Nina de Sousa Santos, responsável pelo estudo interpretativo do diploma.
 
'Teremos que analisar o que está contido na lei', disse Nunes.
 
© 1999-2006. «PRAVDA.Ru». No acto de reproduzir nossos materiais na íntegra ou em parte, deve fazer referência à PRAVDA.Ru As opiniões e pontos de vista dos autores nem sempre coincidem com os dos editores.

 

Não vale a pena disfarçar. Esta vergonha já chegou longe demais. Não pode ficar incólume. Este senhor tem de ser demitido. Já!

 

Não é aceitável num país europeu a divisão do povo em duas classes: uns que podem fazer o que quer que seja que nada lhes acontece e outros para quem nunca há contemplações.

 

Os pedófilos da Casa Pia safam-se, enquanto os outros são condenados a penas pesadas; os traficantes e agentes de falcatruas são presos, enquanto que os do Banco ... recebem salários milionários e nada lhes acontece; os comuns alunos das faculdades chumbam nos exames quando não estudam, enquanto o Sócrates é Primeiro Ministro; nos cafés e restaurantes normais, a ASAE actua com brutalidade, enquanto no casino é o Presidente da Asae que fuma em frente de toda a gente. E nem sequer pede desculpa ou mostra vergonha (que não tem). Diz que os casinos estão isentos da proibição.

 

Isto é mau de mais para ser verdade! Isto não pode continuar assim!


sinto-me: enojado

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Segunda-feira, 31 de Dezembro de 2007
Mas as crianças, Senhor, porque lhes dais tanta dor, porque padecem assim?

 
No Natal, Deus encarnou numa criança. Este sinal é claro: as crianças são sagradas. Não são nossas. São-nos confiadas para que as cuidemos, protejamos, eduquemos, encaminhemos num mundo cheio de perigos e numa vida cheia de incerteza. Um dia partem, seguem o seu caminho, casam, viajam, ou morrem cedo demais. São frágeis, são indefesas, fracas. São sagradas.
 

As crianças são nossa responsabilidade.
 
Não se pode permitir que continuem a ser mortas, vendidas, compradas, violadas, escravizadas para aproveitamento e comercialização de sexo pervertido, para aproveitamento e comercialização de órgãos.
 
Não tem sentido defender o ambiente sem defender as crianças, promover o enriquecimento económico sem defender as crianças, promover o prazer e a felicidade dos adultos sem defender as crianças.
 
Um País que não cuida das suas crianças não merece ser respeitado.
 
No ano de 2008 temos de exigir algo de muito claro e muito forte, em Portugal, na defesa das crianças.

 

Quem ainda não assinou, é importante que participe neste abaixo assindado:

 

http://www.petitiononline.com/criancas/petition.html

  
 


sinto-me: indignado

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Domingo, 9 de Dezembro de 2007
universal soldier

 

A propósito da cimeira Europa-África e da urgência em acabar com as guerras e os massacres de inocentes, tanto aqui, como ali, como em toda a parte, aqui deixo um clássico do meu tempo

  - Universal Soldier, do Donovan - 

 

 que continua tão actual e tão urgente hoje como nos anos sessenta


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Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007
a tentação totalitária de Correia de Campos
 
Correia de Campos quer forçar a Ordem dos Médicos a alterar o Código deontológico para não dificultar a política de saúde (?) abortiva do Governo.
 
O Código Deontológico da Ordem dos Médicos, de acordo com o Juramento de Hipócrates, proíbe o aborto não terapêutico.
 
A Ordem dos Médicos faz bem em resistir. Também o Nazismo fez tábua rasa da deontologia médica e do Juramento de Hipócrates ao proceder a experiências em cobaias humanas nos campos de concentração. Durante alguns anos conseguiu o que queria, mas acabou por ser vencido.
 
A imposição pelo Governo do conteúdo do Código Deontológico da Ordem dos Médicos é uma prática totalitária e perigosa.
É totalitária porque assume o Governo como titular exclusivo de toda a ética e quer impô-la pela força.
É perigosa porque abre a porta a tudo o que qualquer governante se lembre de querer fazer.
Contra a iniciativa de Coreia de Campos é lícito o direito de resistência, consagrado no artigo 21º da Constituição, porque ofende os direitos da Ordem dos Médicos e dos próprios Médicos à liberdade de consciência e o direito à objecção de consciência, previstos no artigo 41º da Constituição.
 
No caso, não é possível recorrer à autoridade pública, por que é ela, a autoridade pública, a autora da agressão.
 
Aos médicos que continuem a reclamar-se da ética hipocrática - e esses são os verdadeiros médicos - resta resistir, fazer objecção de consciência, recusar, fazer resistência passiva.
 
A loucura totalitária de Correia de Campos, como todas as loucuras totalitárias, há-de ter um fim.
 


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Sábado, 29 de Setembro de 2007
PSD rasca II

 

Commonsense não resiste a transcrever do abrupto do Pacheco Pereira ( a imagem também foi ali colhida): 

 

Uma coisa que morreu ontem: os últimos restos do processo de refiliação de Rui Rio, os últimos restos de alguma moralização da vida interna para garantir a democracia dentro do partido. A partir de agora algumas das pessoas que andavam aos saltos na candidatura de Menezes vão-se encarregar de garantir que aquilo que sempre souberam fazer nas suas secções se vai estender a todo o partido. A blindagem contra surpresas futuras vai ser total, porque eles não brincam em serviço. Se alguém pensa que Manuelas Ferreira Leite, Rios, Relvas, ou seja lá quem for podem ganhar alguma vez contra alguns daqueles profissionais, está bem enganado. Terão que fazer alianças com eles.

Uma das razões porque Menezes ganhou foi porque assumiu o papel de sindicalista do aparelho do partido, como já tinha sido com Valentim Loureiro contra as propostas de Rio. Não foi a única razão, mas foi importante. prometeu-lhes todos os despojos de guerra, os lugares de deputados, do Parlamento Europeu, das autarquias, empregos, tudo. Isto foi uma força em campanha, mas vai ser uma fraqueza no deliver. É que agora vai-se defrontar com a escassez, não há lugares para todos.


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Quarta-feira, 26 de Setembro de 2007
PSD rasca I
A rasquice chega a todo o lado.
Quem será aquele rufia que apareceu na televisão a debater as quotas do PSD por conta do Menezes?
Parecia um «superdragão». Tinha o sotaque, a ordinarice, a excitação e até aquele brilho no olhar.
Faltava-lhe o chinelo na mão.

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Sexta-feira, 21 de Setembro de 2007
Será que?
Será que a alteração dos Códigos Penal e de Processo Penal são tão más como as pintam? Ou trazem as vantagens de obrigar os Magistrados a ter finalmente prazos para decidir? E de acabar com as manipulações do segredo de justiça?
 
Será que é melhor aumentar a receita fiscal para equilibrar as contas públicas? Ou baixar os impostos para reduzir a fatia da riqueza nacional que é absorvida pelo Estado e faz falta na economia privada, melhorando a competitividade e reduzindo o marasmo económico?
 
Será que se deve aumentar a intervenção paternalista do Estado e dos regulamentos para protecção de tudo e de todos (proibição de fumar, limites de velocidade, condicionamentos ambientais, etc.)? Ou não será melhor deixar as pessoas decidir por si mesmas aumentando a liberdade geral embora, porventura, como maior risco?
 
Será que a imigração é já excessiva e deve ser limitada, parada ou mesmo reduzida com uma política de repatriações? Ou será vantajosa a compensação da baixa de natalidade com aumento da diversidade cultural? Será que os imigrantes devem ser forçados a assimilar a cultura portuguesa, não permitindo que se instalem guetos rácico-culturais susceptíveis de tornar insustentável uma co-habitação saudável?
 
Será de impor um referendo sobre o novo Tratado Europeu? Será que o novo Tratado, se form aprovado por referendo, não ganhará estatuto de Constituição? Ou será mais prudente votá-lo no Parlamento, sem risco de rejeição, mas com um valor de mero tratado internacional não constituinte?
 
Será que a Turquia deve ser mantida fora da União Europeia? Ou a Inglaterra empurrada para fora? Mantendo dentro a Escócia? Ou promover antes a adesão dos países balcânicos? E da Ucrânia? E da Bielorrússia? Ou até mesmo da própria Rússia? Que também fazem parte da Europa?
 
Será que se deve caminhar para uma República da Europa com forças armadas próprias, política externa unificada e uma política fiscal comum? Ou será de recuar e regressar a uma simples zona de comércio livre?
Será que a Europa se vai transformar no arrabalde da Ásia? Ou se manterá como uma economia possante e um farol de liberdade, de cultura e de civilização?
 
Será que a prosperidade económica que vem desde o fim da Segunda Guerra se vai manter? Ou se aproxima uma grande recessão na sequência da presente crise financeira?
 
Será de manter a rede social europeia? Ou de deixar cada um entregue á sua sorte (ou azar) à maneira americana?
 
São tantas as interrogações que me assaltam o espírito neste regresso de férias...

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publicado por commonsense às 22:29
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Domingo, 16 de Setembro de 2007
A Zezinha é formidável
A Zezinha é formidável.
Entrou para o CDS para mandar na Baixa de Lisboa.
Aliou-se com o PSD na Câmara para mandar na Baixa de Lisboa.
Saíu do CDS e da Câmara para mandar na Baixa de Lisboa.
Aliou-se com o PS para mandar na Baixa de Lisboa.
A Zezinha é formidável.

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Sexta-feira, 29 de Junho de 2007
serial killers
Agora, depois da senhora da DREN e do próprio Sócrates, é Correia de Campos, Ministro da Saúde que usa de violência persecutória e abusa do seu poder.
 
A última vítima foi a Directora do Centro de Saúde de Vieira do Minho. Tanto quanto se sabe, um médico do Centro tinha afixado num placard uma fotocópia de um pedaço do Jornal de Notícias onde o Ministro da Saúde afirmava que nunca tinha ido a um Serviço de Atendimento Permanente (SAP) e não pretendia ir.
 
Numa sociedade democrática e civicamente adulta, este facto é sobremaneira relevante para os utentes daquele mesmo Centro de Saúde e até para todos os portugueses. Afinal o Ministro poupa dinheiro destruindo o Sistema Nacional de Saúdea mas, para si próprio, recorre a outras soluções. É obviamente importante que seja sabido e, por isso, o Jornal de Notícias o publicou e não foi processado. E se fosse processado seria absolvido, porque estava a cumprir o dever de informar e é de interesse público saber que o próprio Ministro da Saúde não confia no Sistema Nacional de Saúde para tratar da sua própria saúde.
 
Porém, se não processou o Jornal – o que seria politicamente incorrecto – não resistiu a atacar a Directora do Centro de Saúde. E, assim, proferiu um despacho – publicado no DR com data de 5 de Janeiro de 2007 – em que afastou a Directora daquele Centro de Saúde dizendo que ela não reunia «as condições para garantir a observação das orientações superiormente fixadas para a prossecução e implementação das políticas desenvolvidas» pelo Ministério.
 
Este despacho é manifestamente ilegal, porquanto a referida Directora, segundo noticia a imprensa, promoveu a remoção do dito pedaço de jornal e admoestou o medido que o havia ali colocado. A fazê-lo, a Directora cumpriu exacta a escrupulosamente o seu dever funcional.
 
Mas o Ministro Correia de Campos usou da prepotência e da violência, abusou do seu poder – que lhe foi emprestado por nós – como um «vilão com o pau na mão» e pôs a Directora na rua.
O mais indecoroso é que, no lugar da Directora colocou - quem havia de ser? - um socialista da vereação da Câmara local. Há sempre um socialista à mão...
 
Com isto ficamos a saber que dentro dos edifícios públicos, além de ser proibido fumar, é também proibido dizer mal do Governo ou desagradar aos governantes.
Este Governo ataca como um serial killer. Agora foi a vez de Maria Celeste Cardoso, da próxima será um de nós.

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Segunda-feira, 28 de Maio de 2007
O Costa e a pedofilia

Convém recordar... e já agora divulgar... o papel do Costa na tentiva de obstrução da justiça no caso da pedofilia. É uma notícia da SIC, tal como saíu:

 

http://videos.sapo.pt/aWCBzS2SIhahWzoftzgZ

 

É sempre bom poder aferir o carácter de cada um que se apresenta ao sufrágio eleitoral.


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Terça-feira, 15 de Maio de 2007
Negrão na CML

Não, não estou a falar do António Costa. Ele é moreno mas nem tanto.

É Juiz e esteve na luta contra a toxico-dependência. É sério (coisa importante), não está ligado à construção civil (coisa importante), nem a empresas ou grupos económicos (coisa importante).  É inteligente. É competente.

Vai concorrer pelo PSD. Vou votar nele. Espero que ganhe. 


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candidato procura-se

Parece que não vai ser fácil ao PSD arranjar um candidato à CML.

Tem de ter duas características que raramente se juntam na mesma pessoa: ser elegível e ser capaz de governar a Câmara.

Os que têm a primeira, falta-lhes a segunda... e vice-versa.


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Domingo, 13 de Maio de 2007
lá vai Lisboa...

Esta agora... quem havia de dizer que isto ia acabar assim?

 

Mas, será que já acabou? ou vai começar? o quê? a patetice do costume, com os jornalistas, os entendidos, o Professor Marcelo e outras bruxas... a adivinhar... a intoxicar... a envenenar... a lançar candidaturas bizarras... conspirações sem pés nem cabeça... sei lá...

 

Tudo isto existe... tudo isto é triste... tudo isto é...


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Quinta-feira, 19 de Abril de 2007
O pudor é a última homenagem que o vício presta à virtude
O pudor é a última homenagem que o vício presta à virtude (frase atribuída a Abelardo, não verifiquei). Quando o pudor se apaga já nada resta.
 
Isto vem a propósito da vergonha que constitui o percurso académico (?) do primeiro ministro. Tinha habilitação de engenheiro técnico (antigamente designado agente técnico de engenharia). Para quem defende o choque tecnológico, até constituía um símbolo a favor do ensino técnico-profissional. Só lhe ficava bem e não precisava de mais.
 
Mas não. Não resistiu ao cabotinismo de querer ser mais do que era e foi buscar uma licenciatura à Universidade Independente como quem vai ao centro comercial comprar um CD. Ainda por cima, trouxe uma cópia pirata.
 
Depois, foi uma trapalhada para esconder e disfarçar: duas declarações diferentes no Parlamento, com desaparecimento do original; um certificado claramente falso na Câmara da Covilhã; a mentira de uma equivalência obtida sem a prova documental das habilitações a equivaler (com a promessa da demonstração futura); uma licenciatura obtida num domingo de Agosto, quando todas as Universidades estão fechadas; uma licenciatura em engenharia civil que a própria Ordem dos Engenheiros não reconhece; quatro cadeiras dadas por um mesmo professor que “por acaso” acabou por ser nomeado pelo governo dele para várias funções; uma disciplina de inglês técnico tirada numa folha A4 feita em casa e mandada com um cartão da Secretaria de Estado; a tentativa boçal de intimidar os jornalistas. Etc...
 
Estou de acordo: este homem tem um problema de carácter.
 
Porque se sente de tal modo inferiorizado com a habilitação de engenheiro técnico, que não resiste ao impulso compulsivo de improvisar uma licenciatura; e que, depois de descoberto, não tem coragem para enfrentar a verdade e tenta enganar-se a si próprio e a todos os outros.
 
É grave por defeito de carácter.
 
Mas é grave também por outra razão: é este "engenheiro" que vai decidir sobre a Ota e o TGV!
 
Acho que Sócrates não deve demitir-se e deve completar o mandato até ao fim. Portugal precisa que os governos cumpram os mandatos. Não suporta mais instabilidade política. Mas, já agora, com menos arrogância e mais humildade... por favor.
 
Na próxima eleição será bom que os portugueses elejam alguém com solidez, competência e sobriedade... em vez de uma qualquer “celebrity” com “carisma”.
 
E repito, a concluir: o pudor é a última homenagem que o vício presta á virtude.

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publicado por commonsense às 22:48
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Domingo, 4 de Março de 2007
Não há uma boa ideia que resista a uma pessoa estúpida

Anda por aí a agitação, vigorosa. O povo está na rua a protestar. O que não protesta entristece: já não espera, desespera.

E porquê? É necessário comprimir a despesa pública. Toda a gente sabe. Porque tanta zanga?

Porque está a ser reduzida de uma maneira estúpida. O massacre do sistema nacional de saúde é um bom exemplo. Começaram por ser fechadas as maternidades; depois as urgências. O que é que fica? A Ota e o TGV!

É óbvio que é preciso reduzir a despesa do Estado e melhorar a competitividade do País.

Mas a despesa do Estado tem muito para comprimir antes de chegar ao que é essencial. Podiam começar nas despesas dos gabinetes dos membros do governo, nos carros, nos cartões de crédito, nos almoços, nas viagens à China para negociar nada com ninguém. Sempre dava o exemplo e ajudava as pessoas normais a suportar o que aí vem. Não podem andar com carros mais pequenos? nem no próprio carro? Não podem ter um governo mais pequeno, num País que tem a população de uma cidade grande e que bem se podia governar como uma câmara municipal? É mesmo imprescindível subsidiar o berardo? 

A Ota e o TGV são dois casos de despesas gigantescas e irracionais. A Ota custa uma fortuna e é construída num sítio péssimo. Porque não em Alcochete, que já é do Estado (não é preciso expropriar), que tem área que chegue e que sobre para todos os futuros aumentos, que tem condições geológicas ideais, que tem acessos já feitos à porta?

O TGV para quê? A Alemanha, a Inglaterra, a Itália, a Holanda, a Bélgica, a Dinamarca, a Suécia, a Noruega, a Finlândia, etc., etc., etc.,  não têm TGV. Têm comboios rápidos do tipo «pendolino», como nós temos o Alfa. Em vez de dar 300 Km/h, dá "só" 250 Km/h e custa uma fracção do preço. Quem tiver feito Lisboa-Porto no Alfa, vê-o bem a andar acima dos 200 Km/h (por pouco tempo, bem sei), mas quase sempre muito veloz. Também há troços em que anda devagarinho, e até pára! Porquê, porque a linha não está pronta. Não seria melhor acabar de fazer a linha do Alfa até ao fim, em vez de entrar neste disparate do TGV. Quanto tempo reduz o TGV à viagem Lisboa-Porto ou Lisboa-Madrid? Essa redução de tempo quanto custa? Vale o preço?

Os mais desconfiados acham que é por causa dos negócios e das comissões. Já viram (dizem) o que pode ser o negócio da urbanização dos terrenos da Portela? das empreitadas de movimentação de terras na Ota? etc? etc? etc?

Mas sejamos optimistas. É só por estupidez. Não há uma boa ideia que continue boa, que dê bons resultados, que não se torne uma catástrofe, se for aplicada por uma pessoa estúpida.

A estupidez é uma doença incurável, intratável e não vem na estatística. Mas tem manifestações exteriores: teimosia, obstinação, recusa em ouvir as razões dos outros, rispidez e rigidez na discussão, falta de maleabilidade e de ductilidade de espírito.

Pensando bem ... é preciso recordar que o nosso primeiro ministro só conseguiu fazer um cursinho de engenharia do ambiente ... na Universidade Independente ... o que indicia uma insustentável leveza do QI.

Ainda por cima, insiste em usar o nome de uma das pessoas mais inteligentes que a humanidade conheceu.


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publicado por commonsense às 08:25
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Sábado, 4 de Novembro de 2006
E agora? a eutanásia?
Há hoje três questões que estão no centro do palco político:
  • o encerramento das maternidades
  • a liberalização do aborto
  • a falência do sistema de pensões.
 
Estão ligados uns aos outros, num vértice comum: a baixa de natalidade e o envelhecimento da população.
 
O fecho das maternidades dificulta os nascimentos, a liberalizações do aborto impede-os. Isto causa a baixa da natalidade e o envelhecimento da população. O que, por sua vez, leva à falência a segurança social.
 
É de recear que o governo tire da cartola, uma solução: a eutanásia ! Se matarem os velhos, salvam-se as pensões.
 
Seria bem mais inteligente:
  • apoiar a natalidade com subsídios e regimes especiais de protecção
  • não estimular o aborto e melhorar o sistema de acolhimento e adopção de bébés rejeitados
  • obtendo, assim, a médio prazo o reequilíbrio demográfico do País.
Não é preciso ser um génio para compreender isto: it’s pure commonsense


publicado por commonsense às 08:25
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